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Minicurso aborda questões étnico-raciais no Campus Bambuí

Servidores e alunos discutiram a construção de práticas pedagógicas que combatam o racismo e qualquer discriminação.
publicado: 14/10/2019 10h53, última modificação: 14/10/2019 17h25

O Campus Bambuí promoveu, no início de outubro, o minicurso de formação continuada intitulado “O peso e as cores do silêncio: educação e relações étnico-raciais no IFMG”. A atividade, realizada por meio da parceria entre o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) e a Diretoria de Ensino da unidade, contou com a participação de docentes, técnicos administrativos e alunos, que discutiram questões relacionadas a políticas não discriminatórias no Instiuto. 

O organizador do minicurso, professor Johnisson Silva, destacou a participação da aluna Jéssica Alves, representante do coletivo negro Òminira, que discute questões relativas à presença do estudante negro nas escolas públicas e à representação desses indivíduos nas atividades acadêmicas. Outras alunas também participaram através de um vídeo, apresentando a música “Cota não é esmola”. 

Segundo Johnisson Silva, essa foi a primeira atividade de capacitação de servidores realizada pelo Neabi e pela Direção de Ensino, que teve participação por meio da Comissão de Educação para as Relações Étnico-raciais no Ensino (Cerere). Ainda de acordo com o docente, a Comissão realizará novos eventos de formação continuada este ano. 

O Neabi 

Criado no fim do mês de abril, o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) tem por objetivo divulgar a necessidade de democratização e de pluralização dos currículos escolares. Além disso, o dever ético relacionado à memória, às lutas e às resistências dos povos negros e indígenas, assim como o combate às discriminações raciais e étnicas, são pontos muito trabalhados pelo grupo.

Confira a participação do coletivo: